TJ-SP decreta prisão preventiva de bombeiro suspeito de matar estudante após briga de trânsito | Jovem Pan
Liminar foi concedida pela 15ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) na sexta-feira (2)

A Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva do bombeiro militar Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, de 28 anos, suspeito de matar o estudante de Medicina Bruno Hashimura San Juliano , de 23, após uma briga de trânsito em Taubaté, no interior do Estado.
Liminar foi concedida pela 15ª Câmara de Direito Criminal
Liminar foi concedida pela 15ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) na sexta-feira (2) após o Ministério Público recorrer à decisão da última quinta-feira (1º) que havia determinado a liberdade provisória do suspeito e o cumprimento de medidas cautelares.
A relatora do caso, a desembargadora Gilda Alves Barbosa Diodatti, entendeu que há elementos suficientes para pedir a detenção de Oliveira, argumentando que a prisão é “fundamental para evitar temeridade social e risco à integridade da ordem social, bem como para assegurar a efetividade da prestação jurisdicional.”
Na decisão, ela citou também a proteção de uma testemunha que prestou depoimento sobre o caso. Ela entende que a prisão pode prevenir que Marcos possa tentar coagir ou ameaçar essa testemunha, prejudicando o andamento da investigação.
Decisão da desembargadora afirma, porém,
A decisão da desembargadora afirma, porém, que a prisão deve respeitar o artigo 236 do Código Eleitoral, que determina que eleitores não podem ser presos de cinco dias antes da eleições até 48 horas após o fechamento das urnas.
Há exceções previstas em lei, mas Oliveira não se encaixa em nenhuma delas, conforme a decisão. Dessa forma, o bombeiro só poderá ser preso no final da terça-feira (6).
O crime ocorreu na quarta-feira (30) na Avenida Professor Walter Thaumaturgo, conhecida como Avenida do Povo. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), Oliveira é suspeito de atirar contra o estudante após uma discussão de trânsito.
Bruno cursava o 4º semestre de Medicina na Universidade de Taubaté (Unitau). Após ser baleado, ele foi filmado correndo pela calçada, no sentido contrário ao dos veículos, com a mão sobre o peito.
O estudante foi socorrido e levado ao Hospital Regional do município, mas não resistiu. Ele deixa um filho de 2 anos.
A Polícia Técnico-Científica realizou perícia no local e apreendeu a arma do bombeiro. Oliveira foi preso em flagrante e o caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Taubaté como homicídio.
Liminar foi concedida pela 15ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) na sexta-feira (2)
Jovem de 24 anos morre baleada após policial intervir em tentativa de assalto
Suspeito teria abordado Maria Eduarda em uma moto para assaltá-la quando o investigador da Polícia Civil Pedro Paulo Bassetti interveio
Fim de semana de eleições será de chuvas em grande parte do país
Justiça de SP determina suspensão de seis perfis de rede social ligados ao movimento ‘red pill’
Adolescentes são detidos por suspeita fazer parte de quadrilha que rouba mansões no Morumbi
Fãs prestam homenagem a Lito Sousa durante velório do influenciador em São Paulo
Em resumo
A Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva do bombeiro militar Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, de 28 anos, suspeito de matar o estudante de Medicina Bruno Hashimura San Juliano , de 23, após uma briga de trânsito em Taubaté, no interior do Estado.
Liminar foi concedida pela 15ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) na sexta-feira (2) após o Ministério Público recorrer à decisão da última quinta-feira (1º) que havia determinado a liberdade provisória do suspeito e o cumprimento de medidas cautelares.
A relatora do caso, a desembargadora Gilda Alves Barbosa Diodatti, entendeu que há elementos suficientes para pedir a detenção de Oliveira, argumentando que a prisão é “fundamental para evitar temeridade social e risco à integridade da ordem social, bem como para assegurar a efetividade da prestação jurisdicional.”
Na decisão, ela citou também a proteção de uma testemunha que prestou depoimento sobre o caso. Ela entende que a prisão pode prevenir que Marcos possa tentar coagir ou ameaçar essa testemunha, prejudicando o andamento da investigação.
A decisão da desembargadora afirma, porém, que a prisão deve respeitar o artigo 236 do Código Eleitoral, que determina que eleitores não podem ser presos de cinco dias antes da eleições até 48 horas após o fechamento das urnas. Há exceções previstas em lei, mas Oliveira não se encaixa em nenhuma delas, conforme a decisão. Dessa forma, o bombeiro só poderá se