Vasco quebra tabu contra o Athletico-PR, vence na Arena da Baixada e se distancia do Z-4 do Brasileiro
Vasco quebra tabu contra o Athletico-PR, vence na Arena da Baixada e se distancia do Z-4 do Brasileiro. Registro original em O Globo - Capa. A Redação Notícia ES reapurou a pauta para a editoria Esporte.

O Vasco não tirou o pé do acelerador e foi enfrentar o Athletico-PR, nesta quarta-feira, com quase todos os titulares da partida de ida da semifinalda Copa do Brasil, contra o Palmeiras, no último domingo.
As informações principais do assunto
Apesar do susto inicial, saindo atrás no placar, a equipe conseguiu um grande resultado: a primeira vitória (3 a 1) sobre o rival dentro da Arena da Baixada no Campeonato Brasileiro, na 34ª rodada.
Os gols foram de Aguirre (contra), Bruno Duarte e Gabriel Pereira. Mendoza fez o do Furacão.
Com o resultado, o Vasco chegou aos 41 pontos, em 12º lugar. Já o Athletico, continua em quinto, com 54 pontos. A vitória dá confiança para o próximo domingo, quando o clube enfrentará o Palmeiras, na partida de volta da Copa do Brasil.
Contexto e informações complementares
Pedro Emanuel tentou inovar na formação e levou uma equipe com três zagueiros, dando aos alas Cuiabano e Puma, mais liberdade para contra-atacar com a dupla de atacantes Brenner e Andrés Gómez, voltando de lesão no pé esquerdo.
No entanto, o teste da formação não foi promissor. A equipe jogou muito recuada e viu o tima da casa dominar as ações e chegar ao gol com Mendoza, na primeira finalização.
O colombiano abriu o placar com uma batida de fora da área. O jogador bateu rasteiro, mas contou com uma desatenção da defesa, que deu espaço na entrada da área e do goleiro Léo Jardim, que deixou passar uma bola defensável.
Pouco depois, o cruz-maltino se desestabilizou quando o juíz não marcou pênalti em Brenner, que havia roubado a bola do goleiro e recebeu um toque antes de cair no chão.
Apesar disso, o juiz Ramon Abatti Abel não viu falta e deixou o lance seguir. Além dele, a equipe de vídeo também não o acionou e o lance seguiu para tiro de meta, já que o último a tocar na bola foi o atacante cruz-maltino.
A equipe só conseguiu mudar a dinâmica do jogo na segunda etapa. Primeiro, com a saída de Mendoza, que sentiu dores no joelho e deu lugar a João Cruz. A equipe da casa perdeu seu principal nome do ataque.
Depois, as entradas de Colidio e Bruno Duarte, que deram muito mais volume ao ataque cruz-maltino, que virou o jogo e ampliou em seis minutos.
Com mais espaço para subir ao ataque, Cuiabano acertou um cruzamento forte e contou com erro de Aguirre, que chutou para dentro do próprio gol, empatando o jogo.
Dois minutos depois, foi a vez de Bruno Duarte virar o placar. O atacante recebeu um cruzamento perfeito de Puma Rodríguez e cabeceou forte para o fundo do gol.
Gabriel Pereira, de cabeça, ampliou após cruzamento de Colidio na área. A equipe quase chegou ao quarto. Puma cruzou bola que parou em Cuiabano. O goleiro tentou saltar para cortar, mas ele tocou para o meio, no entanto, André Gómez isolou o chute.
O descontrole passou para o lado dos mandantes. Após dividida, Cuiabano caiu e Viveros, o artilheiro do campeonato com 21 gols, pisou na barriga do jogador, na frente do árbitro e foi expulso.
Em vantagem no placar e no emocional, o Vasco saiu com a primeira vitória na história do confronto na Arena da Baixada, pelo Brasileiro.
Em resumo
O Vasco não tirou o pé do acelerador e foi enfrentar o Athletico-PR, nesta quarta-feira, com quase todos os titulares da partida de ida da semifinalda Copa do Brasil, contra o Palmeiras, no último domingo.
Com o resultado, o Vasco chegou aos 41 pontos, em 12º lugar. Já o Athletico, continua em quinto, com 54 pontos. A vitória dá confiança para o próximo domingo, quando o clube enfrentará o Palmeiras, na partida de volta da Copa do Brasil.
Pedro Emanuel tentou inovar na formação e levou uma equipe com três zagueiros, dando aos alas Cuiabano e Puma, mais liberdade para contra-atacar com a dupla de atacantes Brenner e Andrés Gómez, voltando de lesão no pé esquerdo. No entanto, o teste da formação não foi promissor.
O colombiano abriu o placar com uma batida de fora da área. O jogador bateu rasteiro, mas contou com uma desatenção da defesa, que deu espaço na entrada da área e do goleiro Léo Jardim, que deixou passar uma bola defensável.
Pouco depois, o cruz-maltino se desestabilizou quando o juíz não marcou pênalti em Brenner, que havia roubado a bola do goleiro e recebeu um toque antes de cair no chão. Apesar disso, o juiz Ramon Abatti Abel não viu falta e deixou o lance seguir.