Justiça · 2026-10-04 · Redação Notícia ES

Zema vota em Araxá e diz estar preparado para Presidência

Candidato do Novo votou pela manhã e falou sobre o uso do celular na cabine como questão acessória

Zema vota em Araxá e diz estar preparado para Presidência
Zema vota em Araxá e diz estar preparado para Presidência

O candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), votou na manhã deste domingo, 4, em Araxá, Minas Gerais, onde chegou por volta das 9h.

Depois de votar, ele comentou sobre o uso

Depois de votar, ele comentou sobre o uso de seu celular na cabine, afirmando que não recebeu orientação da Justiça Eleitoral para deixá-lo de fora e que o aparelho não interferiu em sua votação.

Zema declarou que não fotografou a urna e que levaria o celular para fora se tivesse sido alertado.

O candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) votou na manhã deste domingo, 4, em Araxá, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais. Ele chegou por volta das 9h à Escola Estadual Delfim Moreira, no Centro da cidade, acompanhado de apoiadores.

Depois de votar, Zema conversou com a imprensa

Depois de votar, Zema conversou com a imprensa sobre o processo eleitoral e comentou o episódio envolvendo o uso de seu celular na cabine.

O candidato afirmou que não recebeu orientação da equipe da Justiça Eleitoral para deixar o aparelho antes de entrar na cabine. Segundo ele, o celular não interferiu em sua votação.

Zema disse que não fotografou a urna nem realizou qualquer outra ação com o aparelho. “Ninguém me lembrou ali e eu fui votar normalmente, mas isso não afetou em nada o meu voto, a minha forma de votar”, declarou.

Imagens registradas durante a votação mostram Zema olhando para o celular dentro da cabine. Também aparece outro aparelho apoiado sobre a mesa. Conforme o candidato, a equipe da Justiça Eleitoral presente na seção não impediu o candidato de votar com o aparelho.

Ao comentar o caso, Zema afirmou que levaria o celular para fora da cabine se tivesse recebido essa orientação. “Se eu tivesse sido alertado, eu entregava na hora”, disse.

O candidato também afirmou que levou sua “colinha” em papel para a votação e que não precisou usar o celular para consultar os nomes dos candidatos.

O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) informou que a violação do sigilo do voto constitui crime previsto no Código Eleitoral.

De acordo com o tribunal, uma eventual punição depende de denúncia formal apresentada pelo Ministério Público.

Zema, por sua vez, afirmou que não registrou imagens da votação e que o aparelho não alterou sua escolha na urna.

Leia mais: “Judiciário a serviço de Lula” , reportagem de Anderson Scardoelli publicada na Edição 343 da Revista Oeste

“Fui só votar mesmo”, disse o candidato ao resumir sua participação na votação deste domingo.

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Em resumo

O que aconteceu?

O candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), votou na manhã deste domingo, 4, em Araxá, Minas Gerais, onde chegou por volta das 9h. Depois de votar, ele comentou sobre o uso de seu celular na cabine, afirmando que não recebeu orientação da Justiça Eleitoral para deixá-lo de fora e que o aparelho não interferiu em sua votação. Zema declarou que não fotografo

Qual é o ponto principal?

O candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) votou na manhã deste domingo, 4, em Araxá, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais. Ele chegou por volta das 9h à Escola Estadual Delfim Moreira, no Centro da cidade, acompanhado de apoiadores.

Quais são os dados mais importantes?

Depois de votar, Zema conversou com a imprensa sobre o processo eleitoral e comentou o episódio envolvendo o uso de seu celular na cabine.

Qual é o contexto?

O candidato afirmou que não recebeu orientação da equipe da Justiça Eleitoral para deixar o aparelho antes de entrar na cabine. Segundo ele, o celular não interferiu em sua votação.

Quais são os próximos desdobramentos?

Zema disse que não fotografou a urna nem realizou qualquer outra ação com o aparelho. “Ninguém me lembrou ali e eu fui votar normalmente, mas isso não afetou em nada o meu voto, a minha forma de votar”, declarou.

Fontes