Zema vota em Araxá e diz estar preparado para Presidência
Candidato do Novo votou pela manhã e falou sobre o uso do celular na cabine como questão acessória

O candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), votou na manhã deste domingo, 4, em Araxá, Minas Gerais, onde chegou por volta das 9h.
Depois de votar, ele comentou sobre o uso
Depois de votar, ele comentou sobre o uso de seu celular na cabine, afirmando que não recebeu orientação da Justiça Eleitoral para deixá-lo de fora e que o aparelho não interferiu em sua votação.
Zema declarou que não fotografou a urna e que levaria o celular para fora se tivesse sido alertado.
O candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) votou na manhã deste domingo, 4, em Araxá, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais. Ele chegou por volta das 9h à Escola Estadual Delfim Moreira, no Centro da cidade, acompanhado de apoiadores.
Depois de votar, Zema conversou com a imprensa
Depois de votar, Zema conversou com a imprensa sobre o processo eleitoral e comentou o episódio envolvendo o uso de seu celular na cabine.
O candidato afirmou que não recebeu orientação da equipe da Justiça Eleitoral para deixar o aparelho antes de entrar na cabine. Segundo ele, o celular não interferiu em sua votação.
Zema disse que não fotografou a urna nem realizou qualquer outra ação com o aparelho. “Ninguém me lembrou ali e eu fui votar normalmente, mas isso não afetou em nada o meu voto, a minha forma de votar”, declarou.
Imagens registradas durante a votação mostram Zema olhando para o celular dentro da cabine. Também aparece outro aparelho apoiado sobre a mesa. Conforme o candidato, a equipe da Justiça Eleitoral presente na seção não impediu o candidato de votar com o aparelho.
Ao comentar o caso, Zema afirmou que levaria o celular para fora da cabine se tivesse recebido essa orientação. “Se eu tivesse sido alertado, eu entregava na hora”, disse.
O candidato também afirmou que levou sua “colinha” em papel para a votação e que não precisou usar o celular para consultar os nomes dos candidatos.
O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) informou que a violação do sigilo do voto constitui crime previsto no Código Eleitoral.
De acordo com o tribunal, uma eventual punição depende de denúncia formal apresentada pelo Ministério Público.
Zema, por sua vez, afirmou que não registrou imagens da votação e que o aparelho não alterou sua escolha na urna.
Leia mais: “Judiciário a serviço de Lula” , reportagem de Anderson Scardoelli publicada na Edição 343 da Revista Oeste
“Fui só votar mesmo”, disse o candidato ao resumir sua participação na votação deste domingo.
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Em resumo
O candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), votou na manhã deste domingo, 4, em Araxá, Minas Gerais, onde chegou por volta das 9h. Depois de votar, ele comentou sobre o uso de seu celular na cabine, afirmando que não recebeu orientação da Justiça Eleitoral para deixá-lo de fora e que o aparelho não interferiu em sua votação. Zema declarou que não fotografo
O candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) votou na manhã deste domingo, 4, em Araxá, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais. Ele chegou por volta das 9h à Escola Estadual Delfim Moreira, no Centro da cidade, acompanhado de apoiadores.
Depois de votar, Zema conversou com a imprensa sobre o processo eleitoral e comentou o episódio envolvendo o uso de seu celular na cabine.
O candidato afirmou que não recebeu orientação da equipe da Justiça Eleitoral para deixar o aparelho antes de entrar na cabine. Segundo ele, o celular não interferiu em sua votação.
Zema disse que não fotografou a urna nem realizou qualquer outra ação com o aparelho. “Ninguém me lembrou ali e eu fui votar normalmente, mas isso não afetou em nada o meu voto, a minha forma de votar”, declarou.